domingo, 9 de setembro de 2007

Jogando Mario sem tocar no controle

O site Joystiq (onde eles encontram essas coisas?) divulgou uma série de vídeos mostrando fases "hackeadas" do Super Mario World em que não é preciso mover o personagem para chegar ao final.

As fases foram modificadas para funcionar de forma autônoma, mais ou menos como no jogo The Incredible Machine, em que uma única ação resulta em uma reação em cadeia incrivelmente complexa. Os vídeos lembraram também o programa infantil japonês Pitagora Switchi (PythagoraSwitch) , que usa o mesmo conceito nas suas apresentações.

Abaixo segue uma prévia desse trabalho, note como em um certo momento os sons até mesmo acompanham a música.



Não consegui descobrir quem é o autor. Confira todos os vídeos no Joystiq.

7 comentários:

André Luiz disse...

O interessante é que isso se torna bem mais uma obra artística do que um jogo. Afinal de contas não tem como jogar, apenas assistir. E o resultado também sempre será o mesmo, vai depender do que o "artista" programou... Não entrei no site que você colocou pra assistir a outros vídeos, mas imagino que se tivesse uma total interação com a música seria até mais divertido.

Alexo disse...

Se é artística eu tenho minhas dúvidas. Mas é uma intervenção bem curiosa. E engenhosa! O trabalho parece imenso em manobrar o personagem, ao mesmo tempo que também lida com os inimigos e elementos que surgem.

Realmente fica intrincado de observarmos e, juntamente com a memória de quem jogou Mario, a beleza da "obra" fica na precisão e paciência no quebra-cabeças.

Bem relacionado com o mecanismo do TIM (The Incrible Machine)!

André Luiz disse...

Digo artístico na forma da manipulação do material. É como nesse vídeo aqui http://youtube.com/watch?v=qzaOQBtOvSA no qual as bolinhas vão "tocando" a música. Apesar de o cara viajaaar totaaal na descrição do vídeo que está longe de ser algo "real" e de ser "levando em conta distancia de partida e chegada resistencia do ar, gravidade" hsuhauahuahuahuahuahuhuahhuaha
Acaba sendo um vídeo musical bem artítisco, como esse do Mario também pode ser.

Lucas Haeser disse...

Na minha opinião é uma obra artística sim. Poderia muito bem ser colocada em uma exposição como o FILE uma versão "jogável" de uma dessas fases.
Apesar de estar em forma de vídeo, eu considero mais como uma obra de arte eletrônica interativa, onde o observador ainda poderia controlar, interferir na trajetória e estragar tudo... hehehe.

Anônimo disse...

Nossa! Muito jóia o vídeo do Pitagora Switchi! Vale assistir!

Alexo

Ila Fox disse...

Oi Alexo!
Muito interessante o tópico!
O esquema acaba se tornando um clipe praticamente né? Imagino o trabalhão que deve ter dado para sincronizar tudo, música, personagens, cenário... nossa! uma obra de arte mesmo!
E fala a verdade, quantas vezes enquanto jogamos não tivemos a nítida sensação de que a música acompanhava cada movimento nosso?
Falow!

André Luiz disse...

Pois é, Lucas. Uma obra de arte interativa. Concordo. E a idéia de que o espectador pode estragar tudo é a melhor... hUIAhiUHAipsuHPAuhsHAhHAUH
Mas ainda prefiro apenas o vídeo a uma versão "jogável". Porque o vídeo é feito a partir de elementos que a gente já conhece. O sujeito pega todo o material em bytes e compõe algo segundo sua inspiração e idéia.

.o/

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