terça-feira, 29 de setembro de 2015

Diggin' in the Carts: a cena musical japonesa para games que ganhou o mundo




Diggin' in the Carts, com o subtítulo autoexplicativo "A Documentary Series About Japanese Video Game Music", irá pincelar a vida e a obra de compositores de enorme importância para a história dos videogames. O foco está sobre a música para jogos de 8 e 16 bits como também, de uma forma mais ampla, sua importância e influência cultural em todo o mundo, mesmo nos dias atuais.

As estrelas do documentário brilham em entrevistas com Yuzo Koshiro (Streets of Rage), Hiroshi Kawaguchi (Outrun), Yoko Shimomura (Street Fighter II), Masashi Kageyama (Gimmick!), Hirokazu Tanaka (Metroid), Nobuo Uematsu (Final Fantasy), Hitoshi Sakimoto (Vagrant Story), entre outros.

Temas de jogos icônicos são apresentados e comentados por artistas contemporâneos ocidentais (remixers, produtores etc.).

O material foi dividido em seis episódios, além de pequenos extras ao final ("Hidden Levels"):

1 - The Rise of VGM
2 - The Outer Reaches of 8-bit
3 - The Dawn of a New Era
4 - The Cool Kid
5 - The Role of Role Play
6 - The End of an Era

Abaixo o hotsite do documentário. Nele estão os episódios e os extras em vídeo como também algumas informações sobre os artistas participantes:

Site do documentário Diggin' in the Carts

Se preferir, pode assistir todos os vídeos no Youtube:



Playlist com todos os vídeos no Youtube

4 comentários:

André Luiz disse...

Comecei a ver. Bacana. Vi o primeiro e o ponto alto foi ver as partituras do sistema deles. Eu nunca tinha visto. Nunca tinha procurado, na verdade. Me interessa mais a parte mais técnica da coisa, como não poderia deixar de ser. Mais do que "depoimentos". Mas tem fatos aí que eu não conhecia e outros não lembrava. Depois vou ver o restante. Boa dica!

Alexo Maravalhas disse...

Nossa, as músicas do Street Fighter 2 são incríveis mesmo, hein?

André Luiz disse...

Alexo, eu sou meio suspeito pra falar da trilha de Street Fighter 2. Tenho uma história com ela. Na época era um dos poucos cartuchos que tínhamos. Então estava sempre à disposição. Depois de ter terminado o jogo com todos os personagens, ter jogado até cansar (na verdade nunca cansei), não sobrava muita coisa pra fazer. Então foi o primeiro em que passei a simplesmente ouvir as músicas disponíveis nas opções. Ouvia, decorava as melodias e achava muito bom. Não sabia o que era VGM e não tinha acesso a informações o bastante para entender o que aquilo representava em termo de produção cultural mas me marcou fortemente. A franquia ainda é a minha preferida junto com a trilha sonora. Década depois fui compreender o espaço que ocupava no hall das trilhas para jogos. Até hoje a trilha do Snes me soa interessante o bastante pra merecer menções.

Alexo Maravalhas disse...

Não quero parecer preconceitoso, longe de mim – ignorante talvez a respeito dos artistas de época –, mas acho incrível ver algumas mulheres se destacando em composições de jogos, sabidamente uma área tão masculinizada, na época e ainda se falando em oriente. Estou enganado ou essas mulheres foram/são artistas à frente do seu tempo?

À frente não sei se é uma expressão correta, pois mesmo hoje vemos uma maioria esmagadora de artistas masculinos em se tratando de produção para jogos. Enfim, achei demais – e realmente desconhecia – a compositora do SF2 ser mulher! Keep going!

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