sábado, 18 de abril de 2009

Curtas OC Remix

Segue nova leva de sugestões para algumas músicas da Overclocked Remix. Como sempre, são seleções e comentários puramente pessoais, portanto discorde ou sugira novas músicas da sua preferência, novas ou velhas. E como a OC lança músicas toda a semana, é claro que comentários para as recentes virão só em próxima postagem.

Adventures of Bayou Billy - El Lagarto (Janne Roivainen): um animado funk anos 70 que me fez lembrar a segunda fase do álbum do nosso excelente Cidade de Deus.

Bionic Commando - Armed and Dangerous (Vinnie Prabhu): super eletro, com muito gingado, de melodia simples mas mesmo por isso, grudenta e dançante. Como sempre, excelente acabamento.

Castlevania - Who's That Child (Cain McCormack, Simon Sternis): Castlevania (ou Vampire Killer, para os mais puristas), tem algumas das melodias mais remixadas pelos artistas do universo musical de jogos. Wicked Child é um desses títulos adorados e tema desse remix. Ele tem uma introdução de acordes sintéticos imitando orquestrações; não gosto muito, em geral de orquestrações sintetizadas, salvo algumas excessões. Mas logo em seguida entra guitarra e a música ganha sangue quente. Mas o mais bacana são os momentos diferentes. Seriam as quatro mãos trabalhando alternadamente aqui?

Chrono Trigger - Chrono Moonstone (LSD, Samuel Ascher-Weiss): embora o início, em um piano mais clássico, não tenha me agradado tanto, vale o jazz (teclado e percussão) que segue. Ah, "LSD" é nome da banda compostas por Lenwood Turner, Samuel Ascher-Weiss e Dustin Kaufman.

Donkey Kong Country 3 - Claustrophobia (Mattias Häggström Gerdt): mais uma eletrônica, dançante, viciante e "contente" remixagem para DKC.

Lufia - Flowers, Life and Memory (Dan Barnaba): este arranjo de 7' para orquestra, muito interessante e dinâmico, conta a história de três temas do Lufia.

Mario Kart 64 - Holiday Frappe (Brian Arnold): quando essa calorosa "banda" terminar de tocar, aplaudam, por favor!

Super Metroid - Jade Catacombs (Jordan Aguirre): mais um trance de Blind, voltando das catacumbas e homenagenado sua esposa, Jade, segundo o próprio comenta nos textos do trabalho.

Tales of Phantasia - Sweet Dreams (Anthony Lofton, David Hsu): esta faixa integra o projeto Summoning of Spirits. Ainda acho que a OC não devia misturar faixas que já estão nos projetos com os remix individuais do site. Eventualmente a gente acaba baixando duas vezes... Então se você já tem o álbum SoS, pule esta. Senão, baixe pra conferir esta faixa relaxante, à base de piano (David) e saxofone (Anthony).

Tales of Phantasia - The Unholy Wars (David Hsu, Juan P. Medrano): sobre o Summoning of Spirits, vale o já comentado na faixa anterior, mas não deu pra deixar de fora indicação desta faixa, já que estava na "mão". Engana o belo e melancólico piano do seu início, porque ela logo ganha peso com guitarras e levada moderna. Vale conhecer, mas de qualquer forma, não perca o projeto na íntegra!

sábado, 11 de abril de 2009

Novo Punch-Out!! para Wii: é terceira, mas por que não primeira?

Divertidas as imagens cartunescas do novo Punch-Out!!, para Nintendo Wii, ainda a ser lançado. Eu nunca gostei muito do particular personagem transparente, embora possa funcionar bem na partida em dupla, sem precisar dividir a tela. Ora, será que não ficaria bacana a mecânica de primeira pessoa também para jogos de esporte? Pensa na imersão de estar no ringue, da dinâmica em desviar os golpes (ou não) com uma visão de câmera super ágil, ou mesmo de "beijar a lona" (literalmente, virtualmente)! É, depois que a gente viu a primeira pessoa intensa de Mirror's Edge, fica querendo um bis assim nos outros jogos também.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Músicos de jogos no Megazine

O Benzaiten Raphael de Almeida Müller foi entrevistado pela Megazine, caderno de cultura do jornal O Globo, nesse 7 de abril. A matéria de Júlia Dias Carneiro, com registro fotográfico de Michel Filho – onde também o músico Fabrício Zuccherato foi personagem – falou da formação e investimento no trabalho de composição de músicas para videogames.

Também do mercado brasileiro de arte para jogos eletrônicos, que ainda engatinha no âmbito comercial e sobre a atual necessidade de expandir a atuação destes profissionais à produtoras internacionais. E sobre trilhas, ou mais especificamente sobre o reconhecimento de se produzir um bom trabalho, a jornalista também citou a Gang (Game Audio Network Guild) e o Video Games Live.

O Megazine também mantém um blog, com resumo dos trabalhos desenvolvidos no jornal impresso.

domingo, 29 de março de 2009

Resident Evil 5: preto no branco

Assisti, de passagem, em um pequeno monitor em vitrine de loja de jogos, um vídeo de demonstração do Resident Evil 5 (Capcom, 2009). O vídeo não era muito longo e mostrava algumas cenas editadas da jogabilidade.

Vi "zumbis" em ambiente aberto, totalmente às claras, assustadoramente agressivos, ágeis e invasivos. Mesmo o jogo não sendo em primeira pessoa, os personagens inimigos ganharam uma animação de perspectiva e dinâmica impressionante. De um lado, temos inevitavelmente, os elementos cinematográficos. Mas de outro, na ação propriamente, há um clima tipo "rebelião civil", aquele tom descontrolado e irracional da massa.

Imaginei que parte da estética poderia ser algum efeito na edição, mas assistindo outros vídeos, notei que realmente existem aspectos visuais e de imersão muito vívidos e realistas, principalmente nos personagens.

Então. Alguém explica o quê torna o cenário visual de RE5 tão vívido? Existem jogos similares com essas qualidades e quais?

Para ilustrar, deixo um trailer mostrando essa ambientação que comentei e outras facetas do jogo.

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